Elefantinho


Ideais para a hora do conto, os fantoches fascinam as crianças e deixam a história bem mais interessante."Um público comprometido com a leitura é crítico, rebelde, inquieto, pouco manipulável e não crê em lemas que alguns fazem passar por idéias." Mário Vargas Llosa


Ideais para a hora do conto, os fantoches fascinam as crianças e deixam a história bem mais interessante.

CITAÇÕES
“Aliás – descubro eu agora – eu também não faço a menor falta, e até o que escrevo um outro escreveria.”
A hora da estrela
“Onde aprender a odiar para não morrer de amor?”
Laços de família
“Não é que vivo em eterna mutação, com novas adaptações a meu renovado viver e nunca chego ao fim de cada um dos modos de existir. Vivo de esboços não acabados e vacilantes. Mas equilibro-me como posso, entre mim e eu, entre mim e os homens, entre mim e o Deus.”
Um sopro de vida
“É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.”
Perto do coração selvagem
“Talvez a pergunta vazia fosse apenas para que um dia alguém não viesse a dizer que ela nem ao menos havia perguntado. Por falta de quem lhe respondesse ela mesma parecia se ter respondido: é assim porque é assim.”
A hora da estrela
“E de tal modo haviam se disposto as coisas que o amor doloroso lhe pareceu felicidade.”
Laços de família
“Quem não é um acaso na vida?”
A hora da estrela
“Isto não é um lamento. É um grito de ave de rapina, irisada e intranqüila.”
Um sopro de vida
“Com Deus a gente também pode abrir caminho pela violência. Ele mesmo quando precisa mais especialmente de um de nós, Ele nos escolhe e nos violenta.”
A paixão segundo G.H.
“Só quem guarda as armas a chave é quem receia atirar sobre todos.”
Perto do coração selvagem
“Nem todos chegam a fracassar porque é tão trabalhoso, é preciso antes subir penosamente até enfim atingir a altura de poder cair.”
A paixão segundo G.H.
“Sua sensibilidade incomodava sem ser dolorosa, como uma unha quebradiça.”
Laços de família
“Abandone-se, tente tudo suavemente, não se esforce por conseguir – esqueça completamente o que aconteceu e tudo voltará com naturalidade.”
Laços de família
“O cacto é cheio de raiva com os dedos todos retorcidos e é impossível acarinhá-lo. Ele te odeia em cada espinho espetado porque dói-lhe no corpo esse mesmo espinho cuja primeira espetada foi na sua própria grossa carne. Mas pode-se cortá-lo em pedaços e chupar-lhe a áspera seiva: leite de mãe severa.”
Um sopro de vida
“Quem sabe a que escuridão de amor pode chegar o carinho.”
Laços de família
“Não se pode dar uma prova de existência do que é mais verdadeiro, o jeito é acreditar. Acreditar chorando.”
A hora da estrela
“Oh Deus, eu que faço concorrência a mim mesma. Me detesto. Felizmente os outros gostam de mim. É uma tranqüilidade.”
Um sopro de vida
“Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas continuarei a escrever.”
A hora da estrela
“A eternidade é o estado das coisas neste momento.”
A hora da estrela
“Escrevo por ter nada a fazer no mundo: sobrei e não há lugar para mim na terra dos homens.”
A hora da estrela
“Eu nunca fui livre na minha vida inteira. Por que dentro eu sempre me persegui. Eu me tornei intolerável para mim mesma.”
Um sopro de vida
“Ser um ser permissível a si mesmo é a glória de existir.”
Um sopro de vida
“Perder-se significa ir achando e nem saber o que fazer do que se for achando.”
A paixão segundo G.H.
“Tudo o que poderia existir, já existe. Nada mais pode ser criado senão revelado.”
Perto do coração selvagem
“Vida e morte foram minhas, e eu fui monstruosa, minha coragem foi a de um sonâmbulo que simplesmente vai.”
A paixão segundo G.H.
Venha até nossa sala de leitura e conheça um pouco mais sobre a obra de Clarice Lispector.



http://picasaweb.google.it/plfonte
http://picasaweb.google.it/projetoeducacaoinfantil
Dentre muitos motivos para se contar histórias, podemos destacar alguns para reflexão:
conhecimentos e desenvolve a linguagem e o pensamento. Gibindex - A Enciclopédia Brasileira dos Gibis
Para se divertir e aprender com histórias em quadrinhos
http://www.gibindex.com/enciclopedia/br
O Recruta Zero e o Sargento Tainha, personagens criados por Mort Walker,
retratam com bom humor a rotina dos quartéis norte-americanos,
colocando frente a frente à relutância e a preguiça do personagem
principal e a austera disciplina dos regimentos norte-americanos.
Há muito que aprender com a arte. E também é importante que não desprezemos nenhuma das representações e formatos artísticos criados pela humanidade para se expressar e apresentar suas idéias. Durante um bom tempo, por exemplo, as histórias em quadrinhos foram marginalizadas nas escolas. Não eram consideradas como parte de uma cultura elaborada, rica, diversificada e capaz de proporcionar aos estudantes a aprendizagem que se espera dar nas escolas.
Ledo engano. Os quadrinhos têm se revelado fonte inspiradora para outras artes e para a cultura pop, do mesmo modo como tem sido mais recentemente utilizados nas salas de aula (ainda que de forma um tanto quanto tímida), rompendo as barreiras que persistem.
Há variados personagens, situações, contextos, histórias, representações e nacionalidades de onde podemos tirar recursos para criar aulas em que os quadrinhos sejam utilizados como recursos de aulas práticas, dinâmicas e também de projetos educacionais. A produção mundial é variadíssima e, mesmo, a criação de histórias e personagens em terras brasileiras tem conquistado sucesso tanto no Brasil quanto em outras partes do mundo.

Muito antes do sucesso da Turma da Mônica ou do Menino Maluquinho, um outro
personagem brasileiro, o Amigo da Onça (do cartunista Péricles), já demonstrava um
pouco da fina ironia e do grande senso de humor dos brasileiros na revista O Cruzeiro.
Quem pode negar isso tendo em vista o estrondoso êxito obtido por Ziraldo e Maurício de Souza com suas criações? A Turma da Mônica e também a do Menino Maluquinho comprovam essa tese e criam, para nós brasileiros, uma alternativa muito própria e contextualizada para se falar sobre a infância, a família, as relações interpessoais, o meio ambiente, as leis do trânsito, a saúde, a educação, os meninos de rua e tantos outros temas oportunos e importantes.
Além desses autores, já apresentados aos visitantes que navegam pelas páginas do Planeta Educação (há artigos sobre livros, páginas da Internet e até mesmo sobre vídeos com os personagens brasileiros, confiram nas colunas Planeta Literatura, Dicas de Navegação e Cinema na Escola), sucessos internacionais como a argentina Mafalda, o belga Tintin, o francês Asterix, os americanos Garfield e Calvin ou as criações de Walt Disney (Mickey, Donald, Pateta e companhia), há inúmeros outros que certamente podem enriquecer ainda mais a galeria de histórias que hão de reforçar o acervo dos professores no processo de elaboração de suas aulas.
Para conhecer melhor todos esses personagens, seus autores, os países e realidades em que foram criados e, até mesmo, a forma como suas histórias se desenvolvem, foi criado no Brasil, em 1997, a Enciclopédia Brasileira dos Gibis, também conhecida como Gibindex (www.gibindex.com).
Nesse artigo apresentamos as características e recursos oferecidos pelo Gibindex e, esperamos com isso, estar incentivando os professores a utilizar mais regularmente os quadrinhos em sala de aula e, também, os estudantes e a conhecer e se afeiçoar com vários personagens que marcaram época e que continuam a alegrar a vida de muitas e muitas crianças, adolescentes e adultos pelo mundo afora.

A Revista Mad revolucionou os quadrinhos ao colocar em uso uma representação
escrachada e satírica do cotidiano, dos fatos mais importantes da história
e das personalidades destacadas pela grande mídia. Trabalhos como o
do desenhista Sérgio Aragonés divertiam os leitores e faziam uma
necessária e reflexiva crítica da sociedade em que vivemos.
O Site
Como toda boa enciclopédia, o Gibindex poupa esforços no que se refere a criar um visual muito elaborado em favor de caprichar na apresentação de um bom acervo de informações sobre as histórias em quadrinhos, seus personagens e autores.
Seu principal acervo pode ser encontrado na seção Enciclopédia, que não é a única disponível como poderíamos pensar a princípio. Organizada em ordem alfabética, a enciclopédia Brasileira dos Gibis oferece aos internautas que a visitam várias informações sobre publicações, personagens, desenhistas, quadrinistas, chargistas e também sobre as histórias em quadrinhos. Há mais de 600 verbetes disponíveis, o que representa para quem se inicia nesse assunto, um considerável cabedal de informações e, para quem quer se aprofundar, a chance de conhecer autores e gibis que até então não conhecia.
Um outro recurso interessante é o setor dedicado a Cronologia. Ao longo das décadas do século XX vão sendo apresentadas aos interessados a evolução das tiras e o surgimento de mais e mais personagens.
Há também uma preocupação em evidenciar a força dessa arte a partir da relação que tem se estabelecido entre os quadrinhos e as demais produções culturais humanas, como o teatro e o cinema, por exemplo. Outro dado curioso refere-se ao fato de que as HQs (Histórias em Quadrinhos) também viraram selos, como pode ser verificado através do setor Gibifilatelia encontrado no Gibindex.
Para complementar e reforçar as informações sobre HQs, podem ser encontradas Reportagens sobre gibis e também uma série de publicações sobre o assunto em diferentes formatos (como artigos, teses, livros nacionais e publicações estrangeiras).

Tintin (do belga Hergé) e Asterix (dos franceses Goscinny e Uderzo) são grandes
sucessos das HQs européias. Atingiram grande vendagem em todo o mundo
ao unir elementos de suspense, aventura e história que tornaram suas
tramas elaboradas e sofisticadas, agradando a jovens e adultos.
Aos professores
Mais potente que uma locomotiva, mais rápido que um avião a jato, mais forte que qualquer ser vivo do planeta Terra, o Super-homem se tornou um dos mais poderosos ícones dos Estados Unidos e de seu imperialismo cultural, apesar disso, com todos os seus poderes em favor da luta pela paz entre os homens, veio ao mundo, como todos os demais super-heróis, incumbido de tornar a vida mais justa e equilibrada entre os homens. E o que podemos aprender com essa memorável criação das histórias em quadrinhos?
Mais do que podemos imaginar. É possível, por exemplo, explorar os aspectos históricos, a linguagem utilizada (que não é apenas formada pelas palavras e diálogos, mas também pelas imagens e onomatopéias), a filosofia impregnada nas tramas, a motivação dos personagens, a influência de suas formações e vidas na luta que desenvolvem e tantas outras possibilidades que podem ser pensadas e propostas pelos professores e também discutidas com os alunos.
Trabalhos semelhantes podem ser feitos com muitos outros personagens.
Outra possibilidade é a criação de oficinas de arte em que se aprendam as técnicas e em que se criem histórias e personagens que discutam história, reproduzam obras da literatura, se aventurem por paisagens estudadas pela geografia ou que enveredem pelos confins das ciências. Projetos dessa natureza poderiam contar com a participação de professores de diversas disciplinas e gerariam o surgimento de revistas como produtos finais de conteúdos estudados e de toda uma arte aprendida.
Acima de tudo, o que será possível perceber é que a educação se torna mais lúdica, divertida, interessante e, principalmente, efetiva. Os estudantes aprendem brincando com as cores, os riscos, os traços e, também, perdem o medo de se expressar através de seus desenhos. Nesse sentido, a existência de um site como o Gibindex (www.gibindex.com), uma rica referência quanto ao mundo dos quadrinhos, só reforça e estimula ainda mais esse fortuito e necessário encontro das HQs com a educação...
fonte:http://www.planetaeducacao.com.br/novo/artigo.asp?artigo=407
crescimento.
observação, memória, reflexão e linguagem.
7. As histórias recreiam, distraem, descarregam as tensões, aliviam sobrecargas emocionais e auxiliam, muitas vezes, a resolver conflitos emocionais próprios.

A água do lago estava tão limpa que parecia um espelho.
Todos os animais que foram beber água viram suas imagens refletidas no lago.![]()
O urso e seu filhote pararam admirados e foram embora.
O alce continuou admirando a sua imagem:

- Mas que bela cabeça eu tenho.
De repente, observando as próprias pernas, ficou desapontado e disse:
Nunca tinha reparado, nas minhas pernas. Como são feias! Elas estragam toda a minha beleza!

Enquanto examinava sua imagem refletida no lago, o alce não percebera a aproximação de um bando de lobos que afugentara todos os seus companheiros.
Quando finalmente se deu conta do perigo, o alce correu assustado para o mato.
Mas, enquanto corria, seus chifres se embaraçavam nos galhos, deixando-o
quase ao alcance dos lobos.
Por fim o alce conseguiu escapar dos perseguidores, graças às
suas pernas, finas e ligeiras.
Ao perceber que já estava a salvo,
o alce exclamou aliviado:
- Que susto! Os meus chifres são lindos, mas quase me fizeram morrer!
Ah, se não fossem as minhas pernas!
"Não devemos valorizar só o que é bonito, sem valorizar o que é útil."
Fábula de La Fontaine
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